A cidade de Nova Iorque voltou a surpreender com novas estratégias para combater aquela que já é considerada uma das maiores pragas urbanas do mundo: os ratos. Reconhecidos oficialmente como o “inimigo público número 1” da cidade, os roedores multiplicam-se a um ritmo alarmante e tornaram-se parte do dia a dia em ruas, parques, esplanadas e até no metro.
Pílulas para controlar a população de ratos
O conselho municipal aprovou um projeto-piloto inovador, que prevê a colocação de um contraceptivo chamado ContraPest em pontos estratégicos da cidade. O produto funciona como uma “pílula para ratos”, impedindo a reprodução e, consequentemente, reduzindo o número de colónias.
Nos próximos meses, equipas da autarquia irão monitorizar a quantidade de iscos consumidos e analisar a evolução da iniciativa.
Uma praga com impacto global
O problema dos ratos em Nova Iorque é tão conhecido que até criou uma mini-indústria turística. Mas o impacto vai muito além da curiosidade dos visitantes. Estes roedores estão associados à transmissão de doenças, à contaminação de alimentos e ao agravamento das condições de higiene em áreas urbanas densamente povoadas.
Outras medidas em curso
Além do uso de contraceptivos, Nova Iorque está também a alterar a gestão de resíduos urbanos. Desde março, mais de 200 mil estabelecimentos que servem comida passaram a ser obrigados a utilizar contentores fechados para armazenar lixo, reduzindo assim o acesso dos ratos a alimentos. A expectativa é que, até ao final do outono, 70% do lixo da cidade já esteja protegido em recipientes adequados.
No ano passado, a cidade chegou mesmo a nomear uma “czarina dos ratos”, Kathleen Corradi, responsável por coordenar medidas de controlo. Apesar de os especialistas alertarem que não é possível erradicar totalmente os roedores, o objetivo é manter a população sob controlo e reduzir a sua presença no quotidiano dos habitantes.
E em Portugal?
Embora o problema dos ratos seja mais visível em cidades como Nova Iorque, também em Portugal se registam infestações urbanas e rurais. A proliferação destes animais é favorecida pelo acesso fácil a comida e abrigos, especialmente em zonas com más práticas de armazenamento de lixo ou condições de humidade.
Tal como acontece nos Estados Unidos, também cá a solução passa por programas de controlo de roedores conduzidos por empresas especializadas, que combinam técnicas modernas de desratização com medidas preventivas.
Conclusão
A iniciativa de Nova Iorque pode abrir caminho para novas estratégias no controlo de pragas urbanas em todo o mundo. No entanto, continua a ser essencial investir em prevenção e em serviços profissionais para garantir ambientes livres de roedores.
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